Conquistas femininas x Crenças de autoeficácia

Por Karen Elias

Mesmo que as olimpíadas tenham acabado não posso me furtar de falar sobre esse evento incrível o qual, suas origens remontam à Grécia antiga. Dentro da mitologia os jogos olímpicos foram criados por Hércules que era filho do deus Zeus com uma mortal, ele foi desafiado pela deusa Hera a realizar os doze trabalhos considerados impossíveis.

Por muito tempo a participação das mulheres nos jogos olímpicos foi vetada sendo que o avanço delas em relação a sua nova posição no meio esportivo foi gradual, até o momento em que não era mais possível proibi-las, tornando-se intrusas de espaço consagrado dos homens.

Comecei com essa introdução para falar sobre uma característica que demonstrou ser fundamental para as mulheres na busca por seus ideais, ou seja, a autoeficácia. Segundo Albert Bandura a autoeficácia pode ser definida como “as crenças das pessoas sobre suas capacidades em produzir determinados níveis de desempenho que exercem influência sobre os eventos que afetam as suas vidas”.

Ao longo da história visualizamos muitas situações que disseminavam a ideia de inferioridade da mulher fazendo-as crer que não possuíam as competências para realizar diversas atividades. Não quero aqui fazer um discurso de extremismo feminino, pois é um assunto que diz respeito a todo e qualquer ser humano, uma vez que, meu propósito é deixar a seguinte reflexão: acreditar em nossas capacidades é o primeiro passo para que possamos desenvolvê-las. E é exatamente isto que fizeram e fazem as mulheres “realizadoras de coisas” que tem coragem de se arriscar e posicionar-se perante a vida, que vencem barreiras, que acreditam poder realizar tal esporte, determinada profissão, pois são constantemente acompanhadas pelo sentimento de confiança em sua própria inteligência, habilidades, conhecimentos e atitudes.

Outro autor deste assunto José A.Bzuneck afirma que “a questão não se refere em possuir ou não as capacidades, mas o que torna relevante é a pessoa acreditar que as possua.” Então com certeza você deve estar cheia de dons e talentos que necessitam apenas de sua convicção para serem colocados em prática e multiplicados, conforme a parábola dos talentos “porque a todo o que tem, dar-se-lhe-á, e terá em abundância;”. (Mateus 25:9)

Basta você acreditar que merece todos os dias a medalha de ouro nas olimpíadas da vida que começa no despertar de cada amanhecer. E esse sentimento é tão poderoso que é capaz de contagiar uma nação inteira começando pelas pessoas a sua volta. Pense nisso!

Fonte de pesquisa: http://www.efdeportes.com/efd179/mulheres-nos-jogos-olimpicos.htm

karen

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